Out 18, 2019

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Aprovado! Policial homem e mulher poderão se aposentar com 53 e 52 anos de idade

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Os deputados aprovaram, na madrugada desta sexta-feira (12), uma mudança na reforma da Previdência para reduzir a idade mínima de aposentadoria para policiais, que era de 55 anos. Com a nova regra, policiais homens poderão se aposentar aos 53 anos e mulheres, aos 52. Para efeito de comparação, a reforma estabelece para os trabalhadores em geral a idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres).

Foram 467 votos a favor e 15 contra. O acordo foi firmado entre o governo, integrantes da bancada da bala e representantes da categoria.


Também ficou definida uma nova regra de transição para os policiais que já estão na ativa. Esse grupo se aposenta atualmente com 30 anos de contribuição, no caso dos homens, e 25, no caso das mulheres. Pela nova norma, os policiais terão de cumprir um pedágio de 100% em relação ao tempo de contribuição que falta para se aposentarem.

Essas regras valem para policiais federais, policiais rodoviários federais, agentes penitenciários federais, agentes socioeducativos federais, policiais legislativos e policiais civis do Distrito Federal. As normas não valem para policiais militares, bombeiros militares e policiais civis estaduais.

Protesto e gritos de 'Bolsonaro traidor'

Deputados de oposição aproveitaram o tempo no microfone para reforçar o discurso de que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) teria traído os policiais por não enviar ao Congresso Nacional uma proposta de aposentadoria e de transição para policiais em comum acordo com a categoria. Os oposicionistas chamavam Bolsonaro de "traidor".

O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), aproveitou o tempo de discurso para dizer que o presidente nunca traiu os policiais.

Na semana passada, policiais federais, rodoviários federais e legislativos intensificaram a pressão por regras mais brandas de aposentadoria. Em protesto, chamaram de "traidor" o presidente Jair Bolsonaro, eleito com uma pauta fortemente ligada à segurança pública. O presidente comprou a briga e passou a fazer campanha a favor da mudança. Alguns parlamentares da chamada "bancada da bala" ameaçaram votar contra a reforma da previdência caso as mudanças não fossem feitas.



UOL Notícias

 

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